"Ver sair literalmente à rua quem trabalha e ensina nas nossas universidades faz-me ter saudades de uma escola que podia e devia ser a nossa, em que os oradores falam com entusiasmo do que efectivamente sabem (sem a leitura monocórdica de comunicações tão frequente nos congressos), em que o conhecimento fruto do trabalho de investigação é chamado a transformar o mundo cá fora (em vez de se perder nas habituais e estéreis rivalidades académicas) e onde não há lugar para bocejos."
Este é o depoimento da portuguesa Rosa Pomar, que com outros tantos vem se mobilizando para que não fechem o Museu de Arte Popular de Lisboa e hoje estiveram à sua porta em manifestação. Para pensar o que fazer com as leituras que fazemos.