"Cada libro, cada tomo que ves tiene alma. El alma de quien lo escribió y el alma de quienes lo leyeron y vivieron y soñaron con el (...) Los libros son espejos: sólo se ven en ellos lo que uno ya lleva dentro"(Carlos Ruiz Zafón, La sombra del viento)
domingo, 2 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Um Anel...

Três Anéis para os Reis-Elfos sob este céu,
Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,
Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, Um anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor onde as sombras se deitam.
Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,
Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, Um anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor onde as sombras se deitam.
(O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel – J. R. R. Tolkien)
Fico impressionado com cada postagem que leio aqui! Bem, parece que não sou tão poético e culto quanto vocês... mas vamos ao assunto. Minha postagem, como já deu para perceber, falará dos três livros que deram origem a três dos maiores “blockbusters” da história do cinema. De John Ronald Reuel Tolkien, O Senhor dos Anéis.
Não sabia da existência dos livros, muito menos de Tolkien, antes do sucesso dos filmes. Ao assisti-los fiquei impressionado e são alguns dos meus filmes favoritos, com certeza. Recentemente, a curiosidade cresceu e resolvi que tinha que ler a obra de Tolkien. Foi o que comecei a fazer nestas férias (ganhei o volume único de presente de aniversário de uma certa mocinha linda!) . Ainda não terminei tudo, na verdade, apenas comecei. Só li o primeiro dos livros: A Sociedade do Anel.
Uma palavra em elogio: impressionante. Uma palavra de assombro: ALUCINADO! Ainda mais que os filmes. Tolkien nos transporta para um mundo fantástico, convincente pelos impressionantes, assombrosos e minuciosos detalhes descritos pelo autor. Em “A Sociedade do Anel”, partimos junto com os Hobbits Frodo Bolseiro, Samwise Gamgi, Peregrin Tûk e Meriadoc Brandebuque; Gimli, o anão; Legolas, o elfo; os homens Boromir e Aragorn; e é claro, o mago Gandalf, o Cinzento em uma jornada que definirá o destino da Terra-média. É claro, quem assistiu aos filmes já sabe disto tudo, mas perde pela riqueza da narrativa e a capacidade de Tolkien, como já dito, de nos transportar para a Terra-média e fazer ver diante dos nossos olhos os acontecimentos, como se fossemos um integrante da Comitiva do Anel. Quando era criança, gostava de imaginar coisas fantásticas e, por vezes, brincava sozinho perdido no meu mundo de imaginação. Preferia assim. Até mesmo depois de grande peguei a mim mesmo imaginando coisas fantásticas e talvez por isso tenha me identificado tanto com a obra de Tolkien. É claro que nunca cheguei perto dele. No final do livro existem seis enormes apêndices, onde Tolkien escreve maiores detalhes do seu fantástico e quase real mundo paralelo, detalhes que nos ajudam a compreender muita coisa da narrativa. Fala dos diferentes povos da Terra-média, seus calendários, diferenças de linguagens e alfabetos, conta a história das origens e, por vezes, queda de cada povo, mostra os anais de reis e sua descendência e tantas outras coisas que ainda não consegui ler! Sem dúvida, genial.
Como disse, li apenas “A Sociedade do Anel” e, lembrando do filme, tenho a dizer: apresenta diferenças, é claro, mas que prefiro chamar de adaptações que, para mim, pareceram muito bem feitas. Não tenho muito a reclamar do primeiro filme. Agora tenho que ler os outros dois volumes para poder falar dos outros dois filmes. Pretendo começar “As duas Torres” ainda esta semana.
Misterioso, sombrio, sinistro, diabólico, vigoroso, arrebatador, sublime, angelical... são mais alguns adjetivos que podem ser atribuídos à obra. E para terminar: “O mundo está dividido entre aqueles que já leram O Hobbit e O Senhor dos Anéis e aqueles que ainda não leram.” (The Sunday Times)
Fico impressionado com cada postagem que leio aqui! Bem, parece que não sou tão poético e culto quanto vocês... mas vamos ao assunto. Minha postagem, como já deu para perceber, falará dos três livros que deram origem a três dos maiores “blockbusters” da história do cinema. De John Ronald Reuel Tolkien, O Senhor dos Anéis.
Não sabia da existência dos livros, muito menos de Tolkien, antes do sucesso dos filmes. Ao assisti-los fiquei impressionado e são alguns dos meus filmes favoritos, com certeza. Recentemente, a curiosidade cresceu e resolvi que tinha que ler a obra de Tolkien. Foi o que comecei a fazer nestas férias (ganhei o volume único de presente de aniversário de uma certa mocinha linda!) . Ainda não terminei tudo, na verdade, apenas comecei. Só li o primeiro dos livros: A Sociedade do Anel.
Uma palavra em elogio: impressionante. Uma palavra de assombro: ALUCINADO! Ainda mais que os filmes. Tolkien nos transporta para um mundo fantástico, convincente pelos impressionantes, assombrosos e minuciosos detalhes descritos pelo autor. Em “A Sociedade do Anel”, partimos junto com os Hobbits Frodo Bolseiro, Samwise Gamgi, Peregrin Tûk e Meriadoc Brandebuque; Gimli, o anão; Legolas, o elfo; os homens Boromir e Aragorn; e é claro, o mago Gandalf, o Cinzento em uma jornada que definirá o destino da Terra-média. É claro, quem assistiu aos filmes já sabe disto tudo, mas perde pela riqueza da narrativa e a capacidade de Tolkien, como já dito, de nos transportar para a Terra-média e fazer ver diante dos nossos olhos os acontecimentos, como se fossemos um integrante da Comitiva do Anel. Quando era criança, gostava de imaginar coisas fantásticas e, por vezes, brincava sozinho perdido no meu mundo de imaginação. Preferia assim. Até mesmo depois de grande peguei a mim mesmo imaginando coisas fantásticas e talvez por isso tenha me identificado tanto com a obra de Tolkien. É claro que nunca cheguei perto dele. No final do livro existem seis enormes apêndices, onde Tolkien escreve maiores detalhes do seu fantástico e quase real mundo paralelo, detalhes que nos ajudam a compreender muita coisa da narrativa. Fala dos diferentes povos da Terra-média, seus calendários, diferenças de linguagens e alfabetos, conta a história das origens e, por vezes, queda de cada povo, mostra os anais de reis e sua descendência e tantas outras coisas que ainda não consegui ler! Sem dúvida, genial.
Como disse, li apenas “A Sociedade do Anel” e, lembrando do filme, tenho a dizer: apresenta diferenças, é claro, mas que prefiro chamar de adaptações que, para mim, pareceram muito bem feitas. Não tenho muito a reclamar do primeiro filme. Agora tenho que ler os outros dois volumes para poder falar dos outros dois filmes. Pretendo começar “As duas Torres” ainda esta semana.
Misterioso, sombrio, sinistro, diabólico, vigoroso, arrebatador, sublime, angelical... são mais alguns adjetivos que podem ser atribuídos à obra. E para terminar: “O mundo está dividido entre aqueles que já leram O Hobbit e O Senhor dos Anéis e aqueles que ainda não leram.” (The Sunday Times)
PS: Historiadores, o Prefácio é particularmente genial.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Tempo, terra e sangue.

Quando já não havia outra tinta no mundo
O poeta usou do seu próprio sangue
Não dispondo de papel,
ele escreveu no próprio corpo
Assim,
nasceu a voz
o rio em si mesmo ancorado
Como o sangue: sem foz nem nascente.
(Lenda de Luar-do-Chão – Mia Couto)
Sou a mais branca dentre a metade materna da minha família. Minha avó sempre me chamou de “minha branquinha” ou “portuguesinha”. No último natal minha tia me deu de presente uma linda bonequinha africana. Ela sorriu e disse: ‘Sabemos da sua veia lusa, mas, mesmo assim, você é afro descendente’. Eu sorri com ela, gosto dessa mistura. Levei esse sorriso comigo durante minha leitura.
Tenho uma amiga que acredita que os livros tem seus momentos de leitura próprios. Aprendi isso com ela. Quando não consigo continuar uma leitura ou começar, penso que não é o momento daquele livro e guardo-o para ler depois quando tenho essa opção, gosto de me dedicar por inteiro mesmo que esteja lendo dois livros ao mesmo tempo. Leio cada um como se não houvesse outro. Se não posso mergulhar, prefiro esperar. Há quase um ano a professora Ivana falou do Mia Couto e de uma obra em especial: Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. Apesar disso, só consegui comprar e ler na última semana. Passei por ele várias vezes, toquei sua capa, senti suas páginas... Então um dia, que estava meio triste, desci as escadas, fui até a Carga Nobre (Livraria da PUC) e comprei. Comecei a ler e devo dizer que me apaixonei por ele nas primeiras linhas. Adorei o jeito de escrever, a forma de organizar as idéias e a trama em si. Mia Couto faz mais do que contar uma história, ele faz poesia enquanto traça o enredo. O título do livro é fantástico, mas compreender o porquê dessa sentença se apresentar dessa forma é ainda mais maravilhoso. Não falarei muito, quero que tenham a mesma experiência que eu tive: navegar por rios desconhecidos para chegar a terras estranhas e tentar conhecer um outro mundo de símbolos, significados e crenças. Compreender por fim que outros significados pode ter o tempo ou a terra. Viajo no rio tempo que é também meu próprio sangue. No meu caso foi uma viagem apaixonante. O livro me levou com ele e me fez ver além de suas páginas. Quero voltar a essa alma moçambicana, e navegar por esse tempo outras vezes. Amei tanto o livro que desacelerei ao máximo, não queria que acabasse. Por isso também, a volta não demora. Marco regresso no meu coração e selo com a palavra que tem si uma grandeza própria. Assim que eu terminar o próximo de Miguel Torga, comprarei um novo do Mia Couto.
Imagem: Por do Sol em Moçambique por Eliomar Ribeiro
O poeta usou do seu próprio sangue
Não dispondo de papel,
ele escreveu no próprio corpo
Assim,
nasceu a voz
o rio em si mesmo ancorado
Como o sangue: sem foz nem nascente.
(Lenda de Luar-do-Chão – Mia Couto)
Sou a mais branca dentre a metade materna da minha família. Minha avó sempre me chamou de “minha branquinha” ou “portuguesinha”. No último natal minha tia me deu de presente uma linda bonequinha africana. Ela sorriu e disse: ‘Sabemos da sua veia lusa, mas, mesmo assim, você é afro descendente’. Eu sorri com ela, gosto dessa mistura. Levei esse sorriso comigo durante minha leitura.
Tenho uma amiga que acredita que os livros tem seus momentos de leitura próprios. Aprendi isso com ela. Quando não consigo continuar uma leitura ou começar, penso que não é o momento daquele livro e guardo-o para ler depois quando tenho essa opção, gosto de me dedicar por inteiro mesmo que esteja lendo dois livros ao mesmo tempo. Leio cada um como se não houvesse outro. Se não posso mergulhar, prefiro esperar. Há quase um ano a professora Ivana falou do Mia Couto e de uma obra em especial: Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. Apesar disso, só consegui comprar e ler na última semana. Passei por ele várias vezes, toquei sua capa, senti suas páginas... Então um dia, que estava meio triste, desci as escadas, fui até a Carga Nobre (Livraria da PUC) e comprei. Comecei a ler e devo dizer que me apaixonei por ele nas primeiras linhas. Adorei o jeito de escrever, a forma de organizar as idéias e a trama em si. Mia Couto faz mais do que contar uma história, ele faz poesia enquanto traça o enredo. O título do livro é fantástico, mas compreender o porquê dessa sentença se apresentar dessa forma é ainda mais maravilhoso. Não falarei muito, quero que tenham a mesma experiência que eu tive: navegar por rios desconhecidos para chegar a terras estranhas e tentar conhecer um outro mundo de símbolos, significados e crenças. Compreender por fim que outros significados pode ter o tempo ou a terra. Viajo no rio tempo que é também meu próprio sangue. No meu caso foi uma viagem apaixonante. O livro me levou com ele e me fez ver além de suas páginas. Quero voltar a essa alma moçambicana, e navegar por esse tempo outras vezes. Amei tanto o livro que desacelerei ao máximo, não queria que acabasse. Por isso também, a volta não demora. Marco regresso no meu coração e selo com a palavra que tem si uma grandeza própria. Assim que eu terminar o próximo de Miguel Torga, comprarei um novo do Mia Couto.
Imagem: Por do Sol em Moçambique por Eliomar Ribeiro
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Equador: Fronteiras, amores, História

“Romance histórico da melhor qualidade”. Essa foi a sua afirmação apontando para um livro que eu namorava há tanto tempo. Depois sorriu sabendo que tinha surtido efeito. Ele conhecia a minha fraqueza e também minha paixão. As duas são uma só, até porque toda face de paixão tem seu outro lado de fraqueza. Eu amava o nome do livro, seu cheiro, e o calor. Na época eu trabalhava numa livraria. Eu amava seus livros e os lia ao invés de estudar para o vestibular . Aquele sorriso surtiu efeito. Comprei o livro assim que ele deixou o recinto. Devorei-o. Na época eu comprava tudo que ele me indicava, ainda não sei se porque eu confiava no gosto do meu professor de História, ou se porque eu tinha 40% de desconto em cada livro. Equador foi um de muitos. E eu o amei durante toda sua leitura. Romance histórico da melhor qualidade. Apesar de não gostar muito de livros que se intitulam romances históricos, em geral me decepcionam, eu amei Equador.
Descobri com um misto de alegria e tristeza que uma adaptação do livro está sendo transmitida em Portugal pela TVI. Alegria porque vi trechos lindíssimos e tristeza porque não há nenhum interesse brasileiro em transmitir para o território nacional.
Vi algumas parte através do Youtube e lamentei muito não poder acompanhar pela televisão. A série me parece muito bem feita até agora e o personagem principal, Luís Bernardo, é lindo e charmoso como eu tinha imaginado quando li o romance.
Encontrei dificuldades em compreender o português como já tinha acontecido quando comecei a ouvir Dulce Pontes e Madredeus. Entretanto, apesar das opiniões contrárias, eu amo esse jeito "portugal" de falar o português.
Andei um pouco e ainda não voltei a ler Miguel Torga, mas Portugal continua me perseguindo e desde meu último livro, eu retribuo essa perseguição.
Espero que eventualmente a série seja lançada em DVD, valerá a pena a fortuna que provavelente pagarei pelo Frete.
Eis alguns links para quem quiser checar a entrada e alguns episódios da série Equador.
Descobri com um misto de alegria e tristeza que uma adaptação do livro está sendo transmitida em Portugal pela TVI. Alegria porque vi trechos lindíssimos e tristeza porque não há nenhum interesse brasileiro em transmitir para o território nacional.
Vi algumas parte através do Youtube e lamentei muito não poder acompanhar pela televisão. A série me parece muito bem feita até agora e o personagem principal, Luís Bernardo, é lindo e charmoso como eu tinha imaginado quando li o romance.
Encontrei dificuldades em compreender o português como já tinha acontecido quando comecei a ouvir Dulce Pontes e Madredeus. Entretanto, apesar das opiniões contrárias, eu amo esse jeito "portugal" de falar o português.
Andei um pouco e ainda não voltei a ler Miguel Torga, mas Portugal continua me perseguindo e desde meu último livro, eu retribuo essa perseguição.
Espero que eventualmente a série seja lançada em DVD, valerá a pena a fortuna que provavelente pagarei pelo Frete.
Eis alguns links para quem quiser checar a entrada e alguns episódios da série Equador.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Férias
PRECISO ler:
O Engenho Fidalgo Dom Quixote de La Mancha, Miguel Cervantes
A Bíblia inglesa e as revoluções do século XVII, Christopher Hill
A Condição Humana, Hannah Arendt
QUERO ler:
Coração de Tinta, Cornelia Funke
Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, Mia Couto
Fragmentos de um Discurso Amoroso, Roland Barthes
Reinações de Narizinho vol. 2, Monteiro Lobato
O melhor é saber que não vou conseguir ler todos esses livros. Às vezes consigo ler dois livros por semana, lendo dois ao mesmo tempo, mas não quero isso. Estou de férias e vou escolher dois livros para me deliciar. Ler sem o sentimento de culpa que me atormenta em períodos letivos. Já planejei o cenário, pensei nas possibilidades e só espero que o telefone não toque. Se der para ler mais, leio mais. (vou jogar meu celular em bueiro que aí não tem jeito)
O Engenho Fidalgo Dom Quixote de La Mancha, Miguel Cervantes
A Bíblia inglesa e as revoluções do século XVII, Christopher Hill
A Condição Humana, Hannah Arendt
QUERO ler:
Coração de Tinta, Cornelia Funke
Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, Mia Couto
Fragmentos de um Discurso Amoroso, Roland Barthes
Reinações de Narizinho vol. 2, Monteiro Lobato
O melhor é saber que não vou conseguir ler todos esses livros. Às vezes consigo ler dois livros por semana, lendo dois ao mesmo tempo, mas não quero isso. Estou de férias e vou escolher dois livros para me deliciar. Ler sem o sentimento de culpa que me atormenta em períodos letivos. Já planejei o cenário, pensei nas possibilidades e só espero que o telefone não toque. Se der para ler mais, leio mais. (vou jogar meu celular em bueiro que aí não tem jeito)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Ruth Rocha...
Minha filha ADORA Ruth Rocha e adora dizer o nome da autora (é muito engraçado...). Mas já há uns seis meses está apaixonda por uma obra em especial, que folheia e lê das mais diversas formas e pode visitar enquanto lê outras coisas ao mesmo tempo. É o ALMANAQUE RUTH ROCHA. É uma delícia, almanaque mesmo... cheio de curiosidades... E observem que há uma ilustradora conhecida do grupo no meio do projeto (além de outros maravilhosos)!

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