"Cada libro, cada tomo que ves tiene alma. El alma de quien lo escribió y el alma de quienes lo leyeron y vivieron y soñaron con el (...) Los libros son espejos: sólo se ven en ellos lo que uno ya lleva dentro"

(Carlos Ruiz Zafón, La sombra del viento)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Libro de las preguntas

Já gosto de Neruda, conheci há pouco e adorei a MediaVaca (foi dessa editora que retirei aquela imagem que postei por email para todos os PET com inspiração de fazermos uma igual...), agora, descobri esse livro publicado por ela...

Deixem-se viajar no site. Ele também é lindo!http://video.alisys.net/cajamadrid/obrasocial/libro_preguntas/

Beijos

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Diálogos divertidos...

Um já foi comentado e agora posto para ficar para posteridade e outro acabo de viver.

Local: Rio Data Centro
Terminava meu trabalho de Mitologia quando ouvi o diálogo de duas pessoas ao meu lado.

- Terminei!
- Cara, coloca umas aspas aí. Tu esqueceu da referência bibliográfica!
- Esqueci nada! Não vou colocar não, não serve para nada mesmo.
- Bem é verdade, imprime e vamos logo.
- Já mandei...partiu

Local: Saraiva
Estava passeando com uma amiga quando ela me disse:

- não acredito que você vai comprar um livro de literatura.
- Eu amo ler!
- Ai, nada mais inútil do que literatura.
- ...
- É verdade Agnes, você se errola para ler um troço que não serve para nada. Que diversão mais inútil.

Imaginem quando ela descobrir que eu também leio livros infantis...(hehehehehe)

Bom saber que podemos ter opiniões tão diferentes!

Ps. Espero nunca ter que ler um livro escrito pelos meninos do primeiro diálogo, ou espero que eles descubram a utilidade das referências bibliográficas até o final da faculdade. Acho que eu deveria ter indicado uma aula de Tutoria (he,he,he)

domingo, 14 de junho de 2009

Cercas...

"Cercas como essa existem no mundo todo.
Esperamos que você nunca se depare com uma delas."
(Orelha do livro)

Já li diversos livros. Alguns eu pensei serem criativos, mas horrendamente escritos. Outros eram belos, mas verdadeiros clichês. Li alguns que o autor pretendia escrever um romance e acabou escrevendo um livro de auto-ajuda. (Coisa que particularmente eu não gosto. Exceto um ou outro realmente divertido.)
Tem livros que são como um soco na boca do estômago. Alguns eram mais ou menos e outros tão bons que me fizeram perder o fôlego.
Então eu li o menino do pijama listrado. Se eu tivesse que classificá-lo, colocaria como um livro tipo “me fez perder o fôlego.” Porém, classificá-lo parece quase um crime.
Eu vi o filme. Lamento tê-lo feito. Não porque o filme seja ruim, ao contrário, é belíssimo. Entretanto, o filme perdeu o que o livro tem de mais importante: a inocência de Bruno. Não sei como John Boyne fez isso, mas o livro tem uma inocência que é o dá ao texto sua verdadeira beleza.
Comecei a história pensando que era um livro sobre segunda guerra. Depois presumi que a personagem principal era o menino Bruno. Em seguida fui em frente pensando que o verdadeiro foco era o holocausto. Então conheci Shmuel e pensei que seria ele o motivo da história. Porém, ao terminar o livro eu formulei minha própria teoria. Acho que o livro é sobre uma cerca. Uma cerca, pijamas, berros, lágrimas e amizade.
A orelha do livro é genial. Tentei descobri quem a escreveu, mas não consegui. O autor foi muito feliz. Segui com Bruno. Deixei Berlim para conhecer Haja-Vista. Então me deparei com a cerca e faço minhas as palavras dos autores da orelha: “Espero que você nunca se depare com uma delas”
Então um grito mudo saiu da minha boca e eu me fiz a mesma pergunta que o jovem Bruno: “E quem decidiria quem usava os pijamas e quem usava os uniformes?”
Ainda me faço essa pergunta enquanto penso em Bruno. Penso por fim na cerca e no pequeno Shmuel. Então um sorriso brota nos meus lábios quando lembro da cena em que os dois meninos apertam as mãos por debaixo da cerca. Fico feliz. A cerca não foi suficiente para eles, também não o será para mim.


BOYNE, John. O Menino do Pijama Listrado. São Paulo: Cia das Letras, 2007.

sábado, 13 de junho de 2009

Intervalo

Outro dia conversava com Agnes sobre como cada um tem um ritmo próprio de leitura. Não apenas ler lenta ou rapidamente, mas na escolha de situações de leitura que são mais prazerosas que outras e que nos distinguem na forma como lidamos com o objeto livro.

Não sei se ocorre com vocês, mas sem poder contar cronologicamente (por vezes é mais tempo, por vezes menos), entre uma leitura e outra que não seja de trabalho eu preciso de um INTERVALO. Um tempo para amadurecer as palavras, para fazê-las ecoar dentro de mim, pois é como se sem ele, sem o intervalo, elas não fossem permanecer.

Acabei de ler o livro abaixo e tenho a promessa de empréstimo de outro, do mesmo autor - :) -, mas por enquanto, estou no meu intervalo.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Musicalizando



"Fundamental é mesmo o amor
é impossível ser feliz sozinho"

Por seis meses de alegrias diversas e múltiplas. Deixo uma música-poesia que está no Hall das minhas mais amadas.

Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Prá te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida

Vinicius de Moraes


E acaba que esse post eu também dedico.
Para aquele a quem eu canto e que sempre me encanta. (Já em clima de dia dos namorados)

terça-feira, 9 de junho de 2009

Jabuticabas - Mariana Massarani

Tudo bem, meus dois últimos posts me delatam. Todo mundo sabe onde eu estou quando não estou fazendo artigo. Mas vou postar mesmo assim. O motivo?

Em homenagem a minha infância Monteiro Lobato (Já que no Sítio de D. Benta tinha jabuticabeiras e eu subia no pé com a amiga Narizinho) e a Eunícia. Será que ela sabe o porquê? (he,he,he)

domingo, 7 de junho de 2009

Domingo de tarde...


É domingo. Isso é evidente. Mas por ser sete de Junho e aniversário do pai os compromissos foram desmarcados e o almoço foi especial. O depois é previsível. Mãe dorme, pai desfruta dos presentes, irmã segue com os compromissos inadiáveis e eu navego na internet antes de uma bela leitura e uma boa soneca.

No blog de Mariana Massarini encontrei o belo desenho acima e um link para a veja Rio.

Como falávamos de crianças/infância, eu indico a leitura.

A última postagem do blog Pó dos livros também é bastante divertida