
Olá! Primeiro, quero dizer que é a primeira vez que posto em um blog (fui intimado a isto hehe...). Portanto, perdoem minha possível inexperiência aparente. Segundo, a leitura sobre a qual posto é obra de um autor que causou grande polêmica há uns três anos atrás (se não me falha a memória). Falarei aqui sobre “Anjos e demônios”, a mais nova onda de Dan Brown, autor do estrondoso “O código da Vinci”.
Li Anjos e demônios quase que por acaso. Na verdade, minha irmã que o comprou. Nas férias passadas, nas minhas horas livres e entediantes, resolvi ocupar a cabeça com algo interessante. Foi então que resolvi ler um livro que não tratasse dos blá blá blás acadêmicos de sempre. Foi quando deparei com “Anjos e demônios” na estante. Convidativo, resolvi me aventurar. Neste livro, Brown conta o primeiro caso misterioso solucionado por seu protagonista, Robert Langdon, o mesmo de “O código da Vinci”. Trata-se, portanto, de uma história que se passa antes da decifração do suposto código deixado pelo pintor florentino. Dan Brown narra uma história de certa forma complexa, cativante, intrigante e furiosa. Trata-se do velho e aparentemente eterno conflito entre religião e ciência; Deus e sua pretensa e orgulhosa criatura. O livro fala sobre a crescente importância da ciência no mundo atual, que se torna cada vez mais incrédulo e cegamente agarrado à razão e às comprovações dos fatos. Mostra, com isto, a decadência do poderio da Igreja Romana e a perda de interesse pelas questões espirituais. Trata do fanatismo, da loucura, do amor e do ódio, da compaixão e da indiferença, da sedução e da pureza, da pura sinceridade e do puro interesse, de anjos e demônios...
A narrativa se passa em apenas um dia: o dia do Conclave. Esta é nada mais nada menos que a reunião na qual todos os cardeais do Vaticano se reúnem na dita Cidade para eleger o novo Papa, chefe supremo da Igreja Católica Romana. Na trama temos o estranho retorno dos Illuminati, antiga seita tida como satânica pela Igreja. Inimigos declarados desta, os Illuminati acreditavam que a ciência era a única verdade válida para explicar a origem da vida e do universo. O intrigante, porém, é que a seita é considerada extinta há séculos... além disso, a ciência, quem diria, está prestes a comprovar o que parecia improvável, para pasmaceira dos incrédulos e felicidade dos religiosos... parece que o fim do eterno conflito se aproxima... contudo, isto apresenta um grande risco...
E você diz: o que tudo isso tem a ver com o conclave? Juntemos tudo: Illuminati, Conclave, revelação bombástica, ameaça de catástrofe e muito mistério e suspense...
Robert Langdon, fascinado com tudo isso, passa um dia de andanças em Roma, na tentativa de desvendar o mistério e impedir um desastre. E finalizo com a frase de um dos críticos do livro: “Anjos e demônios é um livro infernal.”
Se puder, leia... é interessante...
PS: Na sua postagem sobre o livro de Zafón, a Ag mencionou sua vontade de conhecer Barcelona. Ao ler Anjos e demônios, deixo expressa minha vontade de conhecer Roma.
Li Anjos e demônios quase que por acaso. Na verdade, minha irmã que o comprou. Nas férias passadas, nas minhas horas livres e entediantes, resolvi ocupar a cabeça com algo interessante. Foi então que resolvi ler um livro que não tratasse dos blá blá blás acadêmicos de sempre. Foi quando deparei com “Anjos e demônios” na estante. Convidativo, resolvi me aventurar. Neste livro, Brown conta o primeiro caso misterioso solucionado por seu protagonista, Robert Langdon, o mesmo de “O código da Vinci”. Trata-se, portanto, de uma história que se passa antes da decifração do suposto código deixado pelo pintor florentino. Dan Brown narra uma história de certa forma complexa, cativante, intrigante e furiosa. Trata-se do velho e aparentemente eterno conflito entre religião e ciência; Deus e sua pretensa e orgulhosa criatura. O livro fala sobre a crescente importância da ciência no mundo atual, que se torna cada vez mais incrédulo e cegamente agarrado à razão e às comprovações dos fatos. Mostra, com isto, a decadência do poderio da Igreja Romana e a perda de interesse pelas questões espirituais. Trata do fanatismo, da loucura, do amor e do ódio, da compaixão e da indiferença, da sedução e da pureza, da pura sinceridade e do puro interesse, de anjos e demônios...
A narrativa se passa em apenas um dia: o dia do Conclave. Esta é nada mais nada menos que a reunião na qual todos os cardeais do Vaticano se reúnem na dita Cidade para eleger o novo Papa, chefe supremo da Igreja Católica Romana. Na trama temos o estranho retorno dos Illuminati, antiga seita tida como satânica pela Igreja. Inimigos declarados desta, os Illuminati acreditavam que a ciência era a única verdade válida para explicar a origem da vida e do universo. O intrigante, porém, é que a seita é considerada extinta há séculos... além disso, a ciência, quem diria, está prestes a comprovar o que parecia improvável, para pasmaceira dos incrédulos e felicidade dos religiosos... parece que o fim do eterno conflito se aproxima... contudo, isto apresenta um grande risco...
E você diz: o que tudo isso tem a ver com o conclave? Juntemos tudo: Illuminati, Conclave, revelação bombástica, ameaça de catástrofe e muito mistério e suspense...
Robert Langdon, fascinado com tudo isso, passa um dia de andanças em Roma, na tentativa de desvendar o mistério e impedir um desastre. E finalizo com a frase de um dos críticos do livro: “Anjos e demônios é um livro infernal.”
Se puder, leia... é interessante...
PS: Na sua postagem sobre o livro de Zafón, a Ag mencionou sua vontade de conhecer Barcelona. Ao ler Anjos e demônios, deixo expressa minha vontade de conhecer Roma.


